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Boa Você escolheu as metas certas para 2018?

10.01.2018

2018 começou e como todo ano que se inicia a maioria das pessoas faz muitas promessas: mudar de carreira, fazer uma pós-graduação, mestrado ou doutorado, viajar mais, ler mais, praticar algum esporte, melhorar a qualidade de vida, ganhar mais dinheiro, perder peso, ter uma alimentação mais saudável, etc. Enfim! Eu sei que essa lista de metas para 2018 pode ser bem maior. Mas, muito mais do que fazer planos, nós queremos colocá-los em prática, não é mesmo?

Que bom seria se todos os nossos desejos fossem realizados como num passe de mágica: basta escrevê-los num papel que no final de 2018 tudo estará concretizado. 

Claro que a vida não funciona assim! 


Como escolher a meta ideal para 2018?

Mais do que fazer uma lista de metas para 2018 e colocá-las num papel, precisamos garantir que fizemos as escolhas certas. Mas o que nos dá a certeza de que escolhemos o melhor caminho? Geralmente seguimos nossos sonhos e intuição para as escolhas da vida, mas há quem esteja cego o suficiente para fazer apenas o que alguém disse que seria o melhor. As metas que traçou são suas? Será que elas são o melhor caminho para a sua felicidade?

Um dos motivos que nos tornam cegos perante nossas decisões está diretamente relacionado à nossa saúde mental e física. Por isso, antes de traçar qualquer objetivo para este ano, precisa e deve estar bem com o seu corpo e mente. Somente desta forma, conseguirá tomar decisões mais conscientes.

Uma forma de estar mais preparado é iniciar logo no início do ano um processo de desintoxicação. Isso mesmo! Uma semana de “detox” pode ajudar a rever suas metas com mais clareza e segurança. 

Um novo estilo de vida exige mais cuidado

Ao longo das décadas, o novo estilo de vida muito mais moderno e urbano acarretou em uma série de mudanças de hábitos da sociedade.

A poluição no ar, a ingestão exagerada de produtos industrializados e com altíssimo índice de agrotóxicos, além de excessivas jornadas de trabalho têm provocado consequências desastrosas para o organismo e a saúde.  

O novo estilo de vida da maioria, muitas vezes, inconsequente, tem culminado em uma sociedade psicologicamente e fisiologicamente doente. Nos deparamos com mais pessoas ansiosas, estressadas e muito mais propensas à depressão. Sem contar as doenças do corpo físico. A Organização Mundial da Saúde registrou no ano passado que a cada quatro pessoas, pelo menos uma sofrerá com algum transtorno mental provocado pelo estresse

Para reduzir a possibilidade desse mal, um processo de desintoxicação é importantíssimo para começar um ano mais efetivo, com metas mais claras para 2018.

Mais sobre a desintoxicação

Passar por um período de desintoxicação, sem dúvida, vai te proporcionar muito mais energia para as atividades diárias, além de fortalecer o organismo, tornando você uma pessoa com muito mais qualidade de vida. 

Aliás, tudo isso também pode refletir no seu trabalho e na convivência com sua família e amigos.  Para entender melhor como funciona, pense o seguinte: a diferença entre um corpo limpo de toxinas e um corpo intoxicado é tanto quanto a de um motor de carro, onde o motor está sujo ou está limpo. Se o carro está cheio de manutenções em atraso, ele acaba fazendo você gastar mais. Se seu organismo está intoxicado, seu corpo vai consumir muito mais energia para fazer o que escolheu e não vai funcionar com o seu melhor desempenho.

Mas, se seu corpo estiver saudável e organizado tanto no nível psíquico, mental, emocional e físico, precisará de menos energia para fazer o que se propôs. Logo, terá mais energia para produzir mais, tomar boas decisões e se relacionar melhor com as pessoas. 

É importante frisar que não adianta fazer uma limpeza do organismo e não cuidar dos seus hábitos e escolhas alimentares durante todo o ano. Manter uma regularidade em um processo de desintoxicação é importante, mas se proponha a fazer uma mudança no seu estilo de vida como meta para 2018. 

Outro aspecto muito importante é procurar profissionais especializados e que tenham experiência consolidada nessa metodologia. Não faça nada com base em informações duvidosas, que, muitas vezes, podem não ser reais e precisas.

Nesse contexto, aquela famosa frase: “você é o que você come”, cabe muito bem. Se você só ingere alimentos que intoxicam, quem será que você está se tornando? Que tipo de decisões está tomando?

O que você come impacta diretamente no que você sente, pensa, fala e age. Escolher o que come é tão importante quanto escolher com quem se relaciona.

Uma vez desintoxicado, terá mais serenidade para tomar decisões e colocar em prática suas metas para 2018.

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Com Vale a pena se estressar?

10.11.2017

Pedro trabalha para pagar suas contas. Manter seu automóvel atualizado. Pagar a prestação da casa, seguros, dar segurança para quem depende dele. Por isso mantém o emprego. Cumpre seu papel, ainda que não ame o que faz. Nem sempre se dá bem com seus colegas, em quem geralmente não vê exemplos de excelência, nem de dedicação, nem mesmo de boa companhia, pra falar bem a verdade. Tudo bem, as exceções compensam e Pedro já tem os seus preferidos.

Mas ele se esforça nas tarefas que seu chefe pediu. Produz. Às vezes mais, às vezes menos. Dentro do seu horário está lá. Melhor se não tiver hora extra. Mas se tiver, será pago por isso. Afinal, a troca é sempre essa: tempo por dinheiro. Não escolheu seu trabalho por propósito, por amor ou para servir à quem quer que seja. Mas é sua fonte de sustento e garante que a vida siga mais ou menos bem. De ano em ano tem o salário atualizado. Quem sabe, em alguns anos, Pedro consiga uma promoção e dê pra fazer aquela viagem.

 A menos que ele não suporte mais a comodidade de trabalhar com o que não gosta em troca da garantia do padrão da vida que tem, essa é uma forma de administrar o stress.

Stress é produzido quando o indivíduo é submetido a uma carga de exigência que ele não suporta. Quando seu potencial está abaixo do que pode ser feito por ele.

Isso é ruim?

Pense bem: quantas qualidades você já adquiriu em cima de dificuldades que apareceram? Aprender a andar de bicicleta, a nadar; passar de ano na escola naquela matéria que não entrava na sua cabeça; aprender um novo idioma; ganhar o campeonato de algum esporte; passar de faixa na arte marcial; ler o livro mais longo da sua vida; perder peso; ficar com o corpo sarado; vencer a timidez e ir lá conhecer o seu amor; passar no vestibular que você escolheu, etc. O que mais você colocaria nessa lista? Tudo isso causou stress. Especialmente no início de cada uma dessas coisas e nos momentos decisivos.

 E se não pararmos por aí? Se não deixarmos de refinar habilidades mesmo quando elas já são suficientes para ganhar um emprego?

Imagine um treinador enxergar mais potencial e treiná-lo para superar seus defeitos e se tornar o melhor do país inteiro! Agora um time inteiro se tornando imbatível! Pense se um grande líder perceber que você pode crescer muito ainda e te levar para novos ares! Ou muito melhor: imagine se você descobrir que sonhos seguir, que vida construir além do que o mundo espera de você e começar a dedicar cada instante da sua existência para construir algo extraordinário e mudar o mundo! Isso tudo gera stress.

Ser melhor produz stress. Ser bom, tornar-se ótimo não é fácil. Mexe com os limites do corpo, das emoções e da mente. Nos esportes, nos estudos ou nos negócios. O caminho da excelência é desafiador: exige mais tempo, esforço e novas capacidades. Demanda escolhas e testa a vontade porque desgasta acima do que pensamos ser o nosso limite. Será preciso descanso, bons hábitos, boas relações com muita gente, melhor alimentação, cuidados com o corpo, além de muito foco e dedicação. Tornar-se ótimo pede que sejamos liderados muitas vezes e submetidos a uma carga de dedicação que muita gente teria preguiça só de pensar. Mas sem esse tipo de atrito entre sua vontade natural, que geralmente é limitada, versus exigências inquietantes, a evolução se processa num ritmo muito lento e terá um teto bem mais baixo. Evoluir acima da média incomoda.

Mas então, será que vale mesmo a pena?

Essa é uma questão muito pessoal. Você gosta de contribuir um pouco para os sonhos dos outros, de quem o contrataria, ou prefere lutar mais, correr mais riscos com a possibilidade de realizar sonhos mais pessoais? Optar pela via mais desgastante demanda a busca de ferramentas para a administração do stress que permitirão seguir um caminho mais longo e desgastante com prazer e muita satisfação.

De 14 a 18 de novembro (terça a sábado) O DeRose Trindade promove a High Performance Week com um ciclo de palestras e atividades focadas em aumento de desempenho individual.

A programação completa contará com:

  • Aulas práticas;
  • Palestra Gerenciamento do Stress para Alta Performance;
  • Aula especial de mentalização positiva;
  • Palestra Um líder não se desespera;
  • Palestra Sucesso financeiro em 2018
  • Gourmet de encerramento;
  • Muito network

Para reservar a sua vaga acesse o link: http://derosetrindade.rds.land/hpwf

Então fica o convite:  dia 14 de novembro, terça-feira, às 19h vou ministrar a palestra "A administração do stress e o Método DeRose"  e trazer ferramentas para a administração do stress.

Um abraço,

Fábio

Boa Dicas para liderar melhor

08.11.2017

John Wooden sabia como liderar um time e os seus resultados comprovam isso. Ele é o treinador de basquete mais  vencedor de todos os tempos. Considerado um mito no métier e fora dele também. Ganhou 10 campeonatos nacionais nos Estados Unidos em sua vida como treinador  da equipe UCLA entre 1964 e 1975.

Eu sei, talvez você não se interesse pelo esporte ou não entenda a dificuldade desse currículo no  basquete estado unidense. Mas,  me permita  ilustrar um pouco mais e sei que se motivará a conhecer os valores desse Líder. Confio que esse conhecimento  irá contribuir para que você tenha uma vida com mais resultados.

Imagine os  melhores jogadores do mundo. Cinco gigantes de um lado contra cinco gigantes do outro, todos altamente preparados, disputando uma bola em uma quadra de 28m por 15m e degladiando-se para acertar mais vezes essa bola em uma cesta de 45cm de diametro. Todos estão sedentos por vitória. Um jogo é  uma batalha de uma guerra cujo as armas são estratégia, força, velocidade, habilidade e precisão. Sem um trabalho de equipe e um líder competente  o objetivo já era. Esse mestre da liderença, John Wooden, ganhou mais de 80 jogos (batalhas)  consecutivos, 10 campeonatos (guerras) , sendo que 7 foram consecutivos. Isso é assombroso, acredite!

Projete que o Avaí ou o Figueira,  sob o comando de um mesmo treinador, tenha vencido 80 jogos seguidos, 10 campeonatos brasileiros, sendo que 7 foram consecutivos. Acho que deu para entender a dimensão dos resultados, não é!? ;)

O Sr. John Robert Wooden tem muito a nos ensinar sobre liderança e sugiro que leiam o livro “Jogando para Vencer” que inclusive é uma referência para o nosso Bernardinho do vôlei.

Apesar de o título do famoso livro indicar  a valorização do resultado, o reconhecido coach sempre motivou mais o esforço do que o resultado. Alguns depoimentos de seus liderados comprovam isso:

 “Ele ficava mais aborrecido quando ganhávamos sem usar todo o nosso potencial do que quando perdíamos fazendo o nosso melhor”

Ele nunca falava coisas como “vão lá e acabem com aqueles caras” para nos motivar. Em vez disso, dizia “quero que vocês joguem o melhor que puderem do jeito que nós treinamos”.

Ou seja, o desenvolvimento das potencialidades dos liderados trouxeram  muitos resultados vencedores e ainda forjaram liderados leais que deram o sangue pelo seu líder e time. 

Encontrar um líder assim nos induz a serví-lo, mas muito mais do que isso, nos liberta das nossas limitações e nos inspira a sermos um exemplo desse tipo também. Eu tenho o privilégio de ter um professor que exige o melhor de mim, especialmente no que concerne a reeducação de comportamento. Seu nome é  DeRose e classifico-o como um desses homens que,  como John Wooden, conseguem resultados muito acima da média se dedicando a estimular o melhor dos seus liderados.

Na minha experiência com líder de equipe confio  que conversar sobre liderança, sobre características de bons líderes podem contribuir para que melhoremos as nossas vidas e que conquistemos uma melhor performance no que fazemos, tendo ou não uma equipe para liderar.

Se você concorda esse convite é para você:

Dia 16/11, quinta-feira, ministrarei a palestra “Um líder não se desespera”. O farei em parceria com Gabi Gonçalo, também especialista em liderança. Essa atividade faz parte do “High Performance Week Floripa” que está sendo organizado pelo DeRose Trindade. 

A programação completa  contará com:

  • Aulas práticas;
  • Palestra Gerenciamento do Stress para Alta Performance;
  • Aula especial de mentalização positiva;
  • Palestra Um líder não se desespera;
  • Palestra Sucesso financeiro em 2018
  • Gourmet de encerramento;
  • Muito network

Para saber mais se cadastre no link: Quero mais informações

Vamos fazer um mundo melhor começando por nós mesmos?

Abraço,

Helton

Boa Seus defeitos são um trunfo.

15.05.2017

Não somos perfeitos. Nem você, muito menos eu. Alguns de nós se esforçam para ser e isso não está errado, mas não conseguirão, não conseguiremos.

Mas quer saber, as pessoas não gostam daquelas que querem se mostrar perfeitas, gostam mesmo do imperfeito. Quer um exemplo?

Você já percebeu como ficamos encantados com aquelas pessoas que andam tropeçando, falam errado, são carecas, desdentadas e ainda fazem cocô nas calças... sim, isso mesmo, ninguém resiste a uma criança deliciosamente imperfeitinha.

Acontece que nós, como toda criança, de tanto sermos corrigidos passamos a acreditar que as pessoas só irão gostar de nós se formos perfeitos. SQN.

Assumir alguns defeitos em público contribuirá para você se relacionar bem com todo mundo:

- primeiro porque assumir que você é imperfeito e dar risada das imperfeições o deixará mais descontraído. Todos gostam de pessoas descontraídas.

- segundo porque eliminando a pressão da perfeição sobre si mesmo, você deixará de exigir a perfeição instantânea nos outros, a sua humanidade será elevada às alturas e todos gostarão mais de você;

- terceiro porque, como o escritor DeRose declara: “O problema é o preâmbulo da solução”.  Ou seja, admitir pontos fracos é o ponto de partida para transformá-los em fortes. Quem não admira uma boa histórias de autossuperação?

O seu diferencial é a mistura dos seus pontos fortes com os seus pontos fracos. Ninguém gosta de se relacionar com personagens de propaganda de margarina na vida real. Assuma os seus defeitos no ambiente familiar, no trabalho e nas relações afetivas. Dê risada deles, transforme-os e inspire todos a sua volta.

Com defeitos,

Helton



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